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Mai/Jun 2017 

 


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SBQ comemora 40 anos de criação com congresso da Iupac


Divulgação

A Sociedade Brasileira de Química (SBQ), uma das sociedades científicas mais importantes do País, comemora 40 anos de atividades em 2017. A entidade foi fundada em 8 de julho de 1977, durante a reunião anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) ocorrida na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, por cerca de 70 professores e estudantes.

Presidida atualmente por Aldo José Gorgatti Zarbin, professor da Universidade Federal do Paraná, a SBQ irá comemorar seu aniversário durante o 46º Congresso Mundial de Química da Iupac (também destacado nesta edição), a ser realizado de 9 a 14 de julho em São Paulo. Em paralelo, serão realizadas a 40ª reunião anual da SBQ e a 49ª Assembleia Geral da Iupac.

História – As origens da SBQ remontam à segunda década do século XX. Em 1922, no Rio de Janeiro, foi fundada a “Sociedade Brasileira de Chimica” que, em 1931, teve seu nome alterado para “Sociedade Brasileira de Química”. Vinte anos mais tarde, a antiga SBQ se fundiu à Associação Química do Brasil (AQB, criada em 1940), dando origem à Associação Brasileira de Química (ABQ), existente até hoje.

A ideia da fusão foi sugerida em 1944 por associados da SBQ, cuja sede havia sido destruída por um incêndio no ano anterior. Consultada, a AQB acreditava que haveria obstáculos para as devidas adequações estatutárias e os entendimentos não prosperaram.

No entanto, em 1950, associados das duas entidades se organizaram para reivindicar novamente a fusão, visto que ambas tinham, segundo eles, as mesmas finalidades. O resultado das discussões promovidas por uma comissão mista das duas agremiações científicas foi a criação da ABQ, em 10 de agosto de 1951.

No decorrer dos anos, porém, alguns integrantes da entidade sentiram-se desprestigiados pelas ações da associação que, segundo avaliavam, eram em sua maioria voltadas para o setor industrial, relegando ao segundo plano as áreas de ensino e pesquisa.

Tal insatisfação culminou na cisão ocorrida em 1977 e que teve entre seus líderes os professores Simão Mathias (1908-1991), Jacques Danon (1924-1989) e Ricardo Ferreira (1928-2013). Mathias, aliás, foi o primeiro presidente da nova SBQ. Ao lado dele estavam Eduardo Peixoto, Secretário; e Etelvino Bechara, Tesoureiro. Em 2003, Bechara venceu o Prêmio Fritz Feigl, conferido pelo CRQ-IV.

No primeiro ano de atividades, a entidade teve a adesão de 239 professores e 78 estudantes. As primeiras ações concentraram-se na elaboração do estatuto, no lançamento da revista Química Nova e na organização da primeira reunião anual da associação, ocorrida em julho de 1978, na Capital paulista.

EESM/SP

Professor Simão Mathias, primeiro presidente da SBQ

A Sociedade Brasileira de Química tem como objetivos principais “o desenvolvimento e a consolidação da comunidade química brasileira, a divulgação da Química e de suas importantes relações, aplicações e consequências para o desenvolvimento do País e para a melhoria da qualidade de vida dos cidadãos”.

A associação é uma das entidades que integram o Comitê Brasileiro para Assuntos de Química (CBAQ), criado em 24 de junho de 1988 para representar o País junto à União Internacional de Química Pura e Aplicada (Iupac, na sigla em inglês). Também integram o CBAQ representantes da ABQ, da Associação Brasileira de Engenharia Química, da Associação Brasileira da Indústria Química e da Associação Brasileira de Polímeros.

Organização – Com sede em São Paulo, na Cidade Universitária da USP, a SBQ mantém 22 secretarias regionais. Elas cadastram novos sócios, atendem aos já associados em suas áreas de atuação e promovem ações de divulgação. As diretorias são compostas por um secretário, um vice-secretário e um tesoureiro, que são eleitos pelos sócios efetivos cadastrados nas respectivas secretarias para mandatos de dois anos.

A SBQ possui representações regionais nos estados de Alagoas, Amazonas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Roraima e Santa Catarina, além do Distrito Federal. No estado de São Paulo, possui duas regionais: a de Campinas e a do Interior Paulista. Esta última leva o nome do professor Waldemar Saffioti (1922-1999) que, em 1960, criou o curso de Química da antiga Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Araraquara, que deu origem, em 1977, ao atual Instituto de Química da Unesp. O estado de Minas Gerais conta com uma secretaria regional na cidade de Viçosa.

A sociedade mantém, ainda, 13 divisões científicas que congregam os filiados em suas diferentes áreas de atuação: Alimentos e Bebidas, Catálise, Eletroquímica e Eletroanalítica, Ensino de Química, Físico-Química, Fotoquímica, Produtos Naturais, Química Ambiental, Química Analítica, Química de Materiais, Química Inorgânica, Química Medicinal e Química Orgânica. Essas divisões promovem workshops e congressos específicos bianuais. As diretorias são eleitas a cada dois anos e são constituídas por diretor, vice-diretor e tesoureiro.

A divisão de publicações da SBQ é responsável pela já citada Química Nova e pelos seguintes periódicos: o Boletim Informativo (atual Boletim Eletrônico da SBQ), criado em 1982; Journal of the Brazilian Chemical Society (publicado desde 1990); Química Nova na Escola (1995); Revista Virtual de Química (2009); e o site Química Nova Interativa (2009). Além disso, mantém a Editora SBQ, voltada à publicação de livros, e o portal de jogos QuiD+.

A entidade organiza diversos eventos destinados a debater o ensino e a pesquisa na área, além de abrir espaço para apresentações de trabalhos científicos. O primeiro encontro de âmbito nacional para discutir o ensino da Química no Nível Médio foi realizado em 1982. Desde então, outros encontros educacionais foram promovidos, com destaque para os atuais workshops de graduação e pós-graduação, vários deles realizados na sede do CRQ-IV.





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