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Jul/Ago/2021 

 


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Química nacional perde dois importantes pesquisadores


Divulgação

Os Químicos Eduardo Motta Alves Peixoto e Oswaldo Luiz Alves, falecidos em julho

Dois importantes pesquisadores da área Química morreram em julho. No dia 10, um mês antes de completar 74 anos de idade, faleceu na cidade de Campinas (SP) o professor Oswaldo Luiz Alves, em decorrência de um infarto fulminante. No dia 23, vítima de pneumonia (lutava contra um câncer), morria em São Paulo o Bacharel Eduardo Motta Alves Peixoto, um dos fundadores da Sociedade Brasileira de Química (SBQ).

Conforme destacou nota da Academia Brasileira de Ciências, da qual era vice-presidente para a Região de São Paulo,Oswaldo Luiz Alves foi um dos maiores expoentes da Química Inorgânica brasileira, tendo feito toda a sua carreira acadêmica no Instituto de Química da Universidade de Campinas (Unicamp). Lá fundou o Laboratório de Química do Estado Sólido, onde formou mais de 50 mestres e doutores. Aposentou-se como professor titular em 2019, mas continuou atuando como professor colaborador.

Inscrito no CRQ-IV desde 1983, a conquista, em 2005, do Prêmio Fritz Feigl, oferecido pela entidade, foi apenas uma das várias distinções que obteve ao longo de sua vitoriosa trajetória.

Sempre prestativo e interessado em compartilhar seus conhecimentos, ano passado Alves colaborou com duas edições deste Informativo. Numa delas foi personagem de reportagem sobre um estudo multidisciplinar sobre ortodontia. Na outra, assinou um artigo sobre os riscos da bactéria Legionella pneumophila no contexto da Covid-19.

Peixoto - O pioneirismo talvez tenha sido o traço mais evidente do atuação de Eduardo Motta  Alves Peixoto, que completaria 82 anos de idade em outubro.

Antes de ajudar a fundar a SBQ e assumir o posto de primeiro secretário da entidade, Peixoto foi um dos grandes pesquisadores de seu tempo. Em 1969, depois de ter concluído o pós-doutorado nos Estados Unidos, retornou ao Brasil para ser docente do Instituto de Química da USP, onde fundou um laboratório dedicado a estudos sobre colisão de elétrons com a matéria, especificamente difração de elétrons de alta energia por átomos e moléculas em fase gasosa, onde formou diversos doutores.

A convite de Guillardo Martins Alves, então presidente da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), órgão do Ministério da Saúde, em 1979 Peixoto se mudou para o Rio de Janeiro para assumir a vice-presidência de Desenvolvimento Tecnológico da entidade. Em 1981, inaugurou  o Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde (INCQS/Fiocruz), o qual dirigiu até 1985.

Registrado no CRQ-IV desde 1962, Peixoto foi personagem de matérias publicadas por este Informativo (clique aqui, aqui e aqui para acessá-las).

 





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