Busca
Faça uma busca por todo
o conteúdo do site:
   
Home
AIQ-2011
Atualização Cadastral
Áreas de Atuação Profissional
Biblioteca
Bolsa de Empregos
Certidões
Comissões Técnicas
Concursos Públicos (CRQ-IV)
Consulta de Registros
Cursos e Palestras
Dia do Profissional da Química
Downloads
Eventos
Espaços para Eventos
Fale Conosco
Fiscalização
Formulários
Game
Informativos
Juramento
Jurisprudência
Legislação
Licitações
Linha do Tempo
Links
Localização
Minicursos
Noticiário
Perfil
Prêmios
Publicações
QuímicaViva
Regimento Interno
Selo de Qualidade
Sorteios
Transparência Pública
Siga-nos no Twitter   Conheça nosso Facebook   Nosso canal YouTube
 
Prêmios - Conselho Regional de Química - IV Região

Prêmios 

 


O Conselho Regional de Química - IV Região oferece três prêmios, sendo um exclusivamente para profissionais e os outros para estudantes. Confira:


Prêmio Walter Borzani

Criado pela Deliberação nº 27, de 13/12/2011, o Prêmio Walter Borzani substituiu o Prêmio Fritz Feigl (veja abaixo) e teve sua primeira edição em 2013. Ele se destina a reconhecer profissionais que se destacam em suas áreas de atuação e que tenham contribuído para o desenvolvimento da Química.

Podem participar profissionais de nível médio e superior e que sejam indicados por uma entidade e que atendam ao previsto no regulamento, publicado entre os meses de setembro de outubro.

O ganhador recebe um certificado, um troféu e tem seu nome inscrito na Galeria de Vencedores do Prêmio Walter Borzani.

O prêmio é outorgado em junho, durante a cerimônia que anualmente comemora o Dia Nacional do Profissional da Química (18 de junho).

Formado em 1947 pela Escola Politécnica da USP, Walter Borzani foi membro da primeira turma de conselheiros do Conselho Federal de Química (CFQ) e responsável pela instalação do CRQ-IV, em 1º de agosto de 1957. Eleito conselheiro do CRQ-IV em 1966, prestou serviços à entidade até 1969. Faleceu em fevereiro de 2008, aos 83 anos.

Clique aqui para acessar a Galeria de Vencedores do Prêmio Walter Borzani.

Prêmio Fritz Feigl

O Prêmio Fritz Feigl foi criado em 1977 e se destinava a homenagear profissionais que se destacaram em suas áreas de atuação e que, em função disso, tenham contribuído para o fortalecimento da profissão e para o desenvolvimento da Química.

Até 2008, nos anos impares, o Fritz Feigl era disputado por profissionais que atuavam nas áreas de ensino e/ou pesquisa. Nos anos pares, o concurso era aberto aos profissionais que trabalhavam na indústria. As inscrições eram realizadas pelos próprios interessados em participar. Feita pelo Plenário do CRQ-IV, a escolha do vencedor levava em conta o currículo do candidato. Além de um troféu e de um certificado, o ganhador recebia uma importância em dinheiro.

Em 2009, o Conselho decidiu reformular o concurso, razão pela qual ele não foi realizado. Apresentado no segundo semestre daquele ano, o novo regulamento previa que o prêmio passaria a ser concedido a representantes de quatro categorias: Nível Superior com atuação na indústria, Nível Superior com atuação no ensino e/ou na pesquisa, Nível Médio com atuação na indústria e Nível Médio com atuação no ensino e/ou na pesquisa. A premiação em dinheiro foi extinta. Em sua primeira edição após essas mudanças, o concurso teve apenas dois inscritos, o que levou a entidade a optar pela não concessão do prêmio tendo em vista que o aspecto da competitividade não foi alcançado.

O prêmio foi então extinto em 2011, substituído pelo Prêmio Walter Borzani (veja acima).

Austríaco de nascimento e naturalizado brasileiro, Fritz Feigl foi um dos mais conceituados químicos analíticos da história, tendo desenvolvido uma técnica chamada "análise de toque". Clique aqui para obter mais informações sobre o cientista.

Clique aqui para acessar a Galeria de Vencedores do Prêmio Fritz Feigl.

Prêmio CRQ-IV

Lançado na década de 1970, suspenso na década seguinte por determinação do governo federal e retomado em 1998, o Prêmio CRQ-IV é destinado a estimular a pesquisa entre os estudantes de cursos técnicos e superiores da área química, ministrados no Estado de São Paulo.

Com o regulamento publicado entre os meses de setembro e outubro, o prêmio está dividido em quatro modalidades: Química de Nível Médio, Química de Nível Superior, Química de Nível Superior com Tecnologia e Engenharia da Área da Química. O candidato deverá apresentar um trabalho (monografia, trabalho de pesquisa ou técnico), produzido sob a orientação de um professor ou profissional que atue na área objeto do trabalho. O orientador precisará possuir registro profissional no CRQ-IV.

O aluno vencedor em cada modalidade e seu orientador recebem certificados e importâncias em dinheiro a serem definidas anualmente pela entidade.

O Prêmio CRQ-IV é entregue durante a cerimônia promovida pelo Conselho para comemorar o Dia do Profissional da Química (18 de junho).

Veja abaixo o número de trabalhos inscritos desde 1998:

Ano

Inscrições

Concorrentes (*)

1998

16

6

1999

17

17

2000

18

18

2001

21

21

2002

11

11

2003

23

23

2004

25

25

2005

11

11

2006

30

30

2007

14

14

2008

26

22

2009

17

16

2010

10

9

2011

57

47

2012

32

32

2013

49

49

2014

31

31

2015

50

44

2016

50

50

(*) A diferença refere-se ao número de inscrições indeferidas por estarem em desacordo com o regulamento.


Clique aqui para acessar a Galeria de Vencedores do Prêmio CRQ-IV.

Prêmio Lavoisier

Alusivo ao Químico Francês Antoine Laurent Lavoisier (1743-1794), o Prêmio Lavoisier foi criado pelo CRQ-IV para reconhecer e ressaltar a dedicação dos melhores alunos dos cursos de nível médio e superior da área da química ministrados no Estado de São Paulo. Ele é representado por uma medalha e um diploma de honra ao mérito que, normalmente, são entregues durante a cerimônia de colação de grau. A indicação dos alunos é feita pelas próprias instituições de ensino.

Considerado o fundador da química moderna, Lavoisier foi o primeiro cientista a observar que o oxigênio produz a combustão quando em contato com uma substância inflamável. Com base em suas observações nas reações químicas, Lavoisier estabeleceu a Lei da Conservação da Matéria e cunhou a célebre frase "Na natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma".

Foi de sua autoria, também, o chamado Tratado Elementar de Química. Lançado em 1789, apresentava pela primeira vez a nomenclatura moderna para a química. A obra é considerada um divisor de águas entre química e alquimia, abrindo caminho para que passasse a ser tratada e estudada como uma ciência e não mais como prática obscura.

Nomeado pelo governo francês como responsável pelo setor de munições das forças reais, Lavoisier descobriu um processo industrial para sintetizar o salitre, usado na fabricação de pólvora. Até então, o salitre era obtido a partir da raspagem das paredes das adegas de vinhos. A descoberta de possibilitou que a pólvora pudesse ser fabricada em qualquer tempo e quantidade, independentemente da ocorrência do fenômeno natural nas adegas.

Apesar de seu reconhecimento, em toda a Europa, como cientista de importância indiscutível e de todos os serviços que prestou ao seu país, Lavoisier foi decapitado pela Revolução Francesa. O motivo: ele integrou a Ferme Générale, um sociedade que tinha o direito legal de cobrar impostos. Do valor arrecadado, uma parte ia para o rei e a outra era dividida entre os cotistas. Se por um lado os lucros gerados pela sociedade proporcionavam ao seus associados uma vida de luxo e, particularmente para Lavoisier, recursos necessários para realizar seus estudos, por outro a firma era um dos focos do ódio da população francesa.

Com a vitória dos revolucionários, os membros da Ferme Générale entraram para a lista dos chamados "inimigos do povo". Foram presos e acusados de peculato por não terem prestado contas de suas atividades. Cientistas da Europa pediram à nova Justiça do país que poupasse Lavoisier em respeito ao seu valor científico. Jean-Baptiste Coffinhal, vice-presidente do Tribunal Revolucionário e a quem é atribuída a frase "A França não precisa de cientistas", negou o pedido, acusou Lavoisier de traição e o mandou para a guilhotina. Após sua morte, ocorrida em 8 de maio de 1794, o matemático Joseph Louis Lagrange teria afirmado que "não bastará um século para se produzir uma cabeça igual à que se fez cair em um segundo".

Fontes de pesquisa

http://pt.wikipedia.org/wiki/Joseph-Louis_Lagrange

http://www.fem.unicamp.br/~em313/paginas/person/lavoisie.htm

Copyright CRQ4 - Conselho Regional de Química 4ª Região