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Explosão em Diadema: empresa não tinha registro no CRQ-IV


Apesar de possuir alvará de funcionamento expedido pela Prefeitura de Diadema, a Di-All Química não estava registrada no CRQ-IV e, por consequência, não mantinha um Profissional da Química respondendo tecnicamente por suas atividades perante a entidade. O incêndio ocorrido na empresa dia 27 de março, marcado por dezenas de explosões transmitidas ao vivo por vários canais de televisão, foi o principal destaque do noticiário nacional no último fim de semana daquele mês.

No mesmo dia, por meio de seu site, o CRQ-IV informou a situação de irregularidade da empresa que, oficialmente, não passava de um depósito de produtos de limpeza. O incêndio não deixou feridos graves, mas causou danos materiais elevados. Cerca de dez famílias foram obrigadas a deixar suas casas, cujas estruturas ficaram comprometidas por conta do intenso calor e da sequência de explosões. Também houve danos ao meio ambiente.

Em entrevista à Rádio Bandeirantes de São Paulo, o gerente de Fiscalização do Conselho, Wagner Contrera Lopes,informou que há cerca de 400 empresas sediadas em Diadema e registradas na entidade. A Di-All Química nunca esteve entre elas. Lopes lamentou que a legislação em vigor não obrigue as prefeituras e demais órgãos envolvidos a observarem, antes da emissão de alvarás e/ou autorizações de funcionamento, se empresas da área química estão regularmente registradas no CRQ-IV e,principalmente, se possuem um profissional  habilitado respondendo tecnicamente por suas operações.

A atividade química, ressaltou o representante do CRQ-IV, é altamente complexa. Mesmo quando se trata de um depósito – o que para os olhos de um leigo pode parecer algo simples –, diversos cuidados precisam ser tomados.Muitos produtos são incompatíveis e o fato de serem colocados lado a lado pode representar risco de explosões, alertou.

Lopes informou que já havia agendado uma reunião com representantes da Prefeitura de Diadema para tentar localizar outras empresas que eventualmente estivessem operando clandestinamente. Também era intenção do gerente do CRQ-IV definir com as autoridades locais procedimentos para que casos como este não se repitam.

O CRQ-IV também decidiu enviar ofícios a todas as prefeituras paulistas alertando-as sobre a necessidade de somente autorizarem a funcionamento de empresas químicas depois que estas comprovarem registro na entidade.
 
Clique aqui ou no ícone abaixo para ouvir a a entrevista de Wagner Contrera Lopes à Rádio Bandeirantes de São Paulo:
 
 




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