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Set/Out 2006 

 


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Bolsa de empregos: veja recomendações para usá-la corretamente


Lançada em 2001, a Bolsa de Empregos CRQ-IV/Sinquisp já veiculou mais de 13 mil currículos e 1.200 vagas. Como se observa, a relação candidato/vaga é de mais de dez para uma, o que significa que a competição continua bastante acirrada e que, em geral, apenas os profissionais melhor preparados conseguem um lugar no mercado de trabalho. O mesmo acontece com os estudantes que estão em busca de estágio. Esses dados reforçam a necessidade de que o espaço oferecido gratuitamente pela Bolsa seja usado da maneira mais racional e objetiva possível, de modo que os currículos lá inseridos sejam de fácil consulta para os empregadores e reflitam os conhecimentos e habilidades dos candidatos.

Contudo, muitos profissionais e estudantes desperdiçam essa oportunidade deixando de observar regras básicas quando enviam seus currículos. Na página inicial da Bolsa, há um link com várias dicas sobre o assunto, mas o que se verifica é que grande parte dos usuários não as lê e acaba cometendo erros que podem reduzir suas chances de conseguir um emprego/estágio.

 
O ditado popular diz que “a primeira impressão é a que fica”. A pergunta que se faz é: com qual impressão você ficaria ao ler um currículo com vários erros de português e assinado por alguém cujo e-mail é tigresadavila@provedor.com.br? É possível que muitos empregadores considerem não ser uma boa idéia chamar essa candidata para uma entrevista.

Um levantamento feito em agosto indicou que centenas de currículos não eram atualizados há mais de oito meses. Seguindo as regras da Bolsa (indicadas na página principal do serviço e as quais muitos também não lêem), todos foram eliminados, já que o prazo máximo de divulgação sem atualização é de 90 dias. A principal razão de se procurar manter os dados atualizados é reduzir as possibilidades de que uma empresa perca tempo entrando em contato com alguém que não está mais disponível. Quando isso acontece, a Bolsa perde credibilidade e todos os usuários são prejudicados.

O mesmo levantamento encontrou currículos com erros grosseiros. O problema como o do endereço eletrônico citado era o mais comum. Muitas pessoas, principalmente os estudantes, parecem não perceber a diferença entre um e-mail (ou nick) usado nas salas de bate-papo da internet e aquele que servirá como forma de contato com um possível empregador. Coisas como trigresadavila @..., lindinha123@..., tonaarea@..., robocopdesorocaba@... ou mesmo fofodemais@... podem parecer engraçadas, delicadas, carinhosas, mas não refletem a seriedade que as empresas buscam em seus funcionários. Por isso, ao fazer ou atualizar seu cadastro, use um endereço eletrônico simples, que, se possível, contenha apenas o seu nome ou as suas iniciais.

Outro problema para o qual as dicas de utilização também chamam a atenção refere-se ao preenchimento do campo minicurrículo do cadastro. Enquanto uns simplesmente abrem mão de utilizar aquele espaço, outros não economizam no verbo e produzem verdadeiras “enciclopédias”. Saiba em que ambos os grupos pecam ao preencher (ou não) esse campo:
  • No primeiro caso, ao não escrever nada, o candidato estará induzindo a empresa a acreditar que ele não tem nenhuma vivência em qualquer área. Esse risco existe porque, na página de divulgação, o minicurrículo aparece logo abaixo do nome do candidato. Assim, mesmo que ele tenha trabalhado na área, a empresa só saberá disso se abrir todo o seu currículo. É mais comum que sejam abertos apenas aqueles cujas prévias são apresentadas na lista de currículos.
  • Na ponta oposta estão aqueles que escrevem demais, esquecendo-se de que o nome do campo é “minicurrículo”. Na recente atualização do banco de dados, foram encontrados cadastros com textos com tamanho suficiente para preencher de quatro a cinco folhas de sulfite. Além de ser um exagero, no lugar de atrair a atenção dos empregadores esse tipo de cadastro acaba por afastá-los em função da quantidade de informações, muitas delas absolutamente desnecessárias. Soma-se a isso o fato de os textos, não raro, apresentarem vários erros de português e serem muito repetitivos. Tenha em mente o seguinte: se não está habituado a redigir, escreva apenas o necessário para se fazer entender. Recomenda-se que o minicurrículo seja breve, bem resumido, com no máximo 15 linhas. Os detalhes da qualificação poderão ser apresentados pelo profissional quando for chamado para uma entrevista.
Equívocos já relatados em artigos anteriores sobre a Bolsa ainda são cometidos. Por exemplo, há os profissionais chamados de franco-atiradores, ou seja, que aceitam trabalhar em qualquer cidade, em qualquer área da química e que tanto faz serem admitidos para o cargo de diretores ou estagiários. É verdade que a Bolsa permite que todas essas opções sejam assinaladas, mas é preciso ter bom senso. Se toda a experiência do candidato está centrada na área de cerâmica, talvez seja querer demais que, por exemplo, uma indústria de lubrificantes se interesse por ele.

Outro esquecimento freqüente é a não desativação dos programas antispam de suas caixas postais. Alguns provedores de acesso à internet oferecem esse serviço como forma de evitar que seus clientes recebam mensagens indesejadas, também denominadas “spams”. O CRQ-IV e o Sinquisp lembram que todas as informações oriundas da Bolsa, inclusive notificações sobre o ingresso de novas vagas, são enviadas exclusivamente por e-mail. O usuário que não desativa o sistema antispam deixa de receber tais informações, correndo o risco de perder uma oportunidade de trabalho/estágio.
 




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