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Mai/Jun 2012 

 


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Materiais para construção protegem o meio ambiente e ampliam o conforto


A preocupação com o meio ambiente e o desenvolvimento sustentável está levando pesquisadores e empresas de todo o mundo a uma busca por alternativas mais econômicas e que reduzam os índices de poluição. Algumas dessas iniciativas começam a dar resultados e já estão disponíveis no mercado consumidor nacional.


No final de 2011, a divisão de produtos para arquitetura da Alcoa, multinacional dedicada à produção de alumínio, lançou no Brasil um produto com características inovadoras, capaz de reduzir a poluição do ar nas grandes cidades. Aplicado sobre a superfície de um prédio, o Reynobond EcoClean, revestimento para alumínio, é a primeira tinta que ajuda na limpeza da superfície tratada como também na despoluição do ar em torno do edifício.


Também lançado ano passado na Europa e Estados Unidos, o produto se destina a prédios comerciais, shoppings centers, aeroportos e estádios. 

 

Como funciona - Walter Freitas, representante da Alcoa para a América Alcoa Latina e Caribe, diz que a aplicação do produto numa área de 930 m² de um edifício pode compensar a poluição causada por quatro carros em um dia, o que equivale à capacidade de limpeza de ar de aproximadamente 80 árvores. “O produto tem apelo ambiental devido à constante reação química entre três elementos: a camada de dióxido de titânio, os raios UV e as moléculas de água e oxigênio presentes na atmosfera. A camada de dióxido de titânio da tinta age como catalisadora da luz do sol quando aplicada sobre uma superfície de alumínio. Quando os elétrons presentes no produto são aquecidos, interagem com as moléculas de ar e durante esta reação as substâncias liberadas destroem poluentes”, explica. Veja o vídeo explicando o funcionamento do produto:

 


 

Além disso, ele salienta que o material é autolimpante, uma vez que a camada de dióxido de titânio – após a energização dos elétrons – não permite que a sujeira fique impregnada na superfície. Desse modo, a água da chuva remove os resíduos de sujeira.
 

A autolimpeza dos resíduos é feita porque, sendo fotocatalisador, o dióxido de titânio interage com a luz do sol para quebrar a matéria orgânica, que fica solta sobre a superfície do prédio e, assim, pronta para ser levada pela água. Quando chove, as gotas de água não se acumulam. Ao contrário, ao atingi-la, a água escorre e leva com ela a maior parte das partículas de poluentes. Esta propriedade do revestimento reduz as despesas de manutenção e confere um aspecto melhor ao prédio.
 

O Reynobond EcoClean é produzido sob encomenda e os pedidos devem ser feitos diretamente à Alcoa pelo telefone 11 - 5509-0273. Outras informações podem ser obtidas pelo e-mail walter.freitas@alcoa.com.br.

 

 

Eficiência energética


Uma casa construída com painéis estruturais de cerâmica, tendo paredes, piso, laje e tijolos feitos com poliestireno expandido, isolante térmico que pode economizar 70% de toda a energia consumida. Nos revestimentos, espumas especiais garantem o isolamento acústico e o conforto térmico. Tudo isso com um tempo de construção menor que o das casas convencionais, com menos emissões de CO2, um dos gases do efeito estufa, e menor consumo de água. Essas características estão reunidas na Casa de Eficiência Energética no Brasil, que está sendo erguida pela companhia química Basf. A casa deverá ficar pronta em setembro.
 

Localizada na Avenida Vicente Rao, na zona sul de São Paulo, a chamada Casa-E reunirá num único espaço as várias tecnologias que utilizam produtos e técnicas construtivas mais sustentáveis e eficientes desenvolvidos pela empresa. Como numa residência convencional, ela terá móveis e eletrodomésticos alinhados à questão de eficiência energética. A Basf está investindo R$ 3 milhões no projeto.
 

A ideia é dar uma resposta às demandas globais que a empresa considera como grandes desafios para os próximos anos, reunindo tecnologias que permitem mais rapidez na construção, moradias a preços mais acessíveis, maior durabilidade dos materiais, reaproveitamento dos materiais utilizados e a garantia de saúde e conforto dos moradores.


 

De acordo com o presidente da Basf para a América do Sul, Alfred Hackenberger, o projeto traz muitas novidades para o mercado de construção brasileiro e coloca à disposição das empresas deste setor novíssimas tecnologias em materiais e alta performance, eficiência energética e proteção climática. A ideia da Basf ao criar a Casa-E foi gerar uma mudança na cultura do setor da construção civil para que os novos materiais sejam demandados pelo mercado, viabilizando sua produção em escala.


Inovações - O grande destaque na Casa-E é seu sistema construtivo, que consiste em um painel de cerâmica estrutural e fundação de alvenaria, e com paredes, piso e laje executados em sistema EIFS (Exterior Insulation and Finish Systems), que são placas de poliestireno expandido. A casa também vai utilizar o Sistema ICF (Insulated Concrete Formwork), que são tijolos também fabricados com poliestireno expandido.


Os poliuretanos são utilizados na Casa-E para conforto térmico e redução do consumo de energia. Os produtos químicos usados na construção aumentam a eficiência da hidratação do cimento, reduzindo o uso de água e as emissões de CO2. Também estão sendo utilizados novos produtos voltados para revestimento, impermeabilizantes e antiderrapantes. No acabamento, tintas resistentes às intempéries, mofo e maresia para aplicação nas paredes externas, e tintas antibacterianas para o interior do imóvel.
 

As tecnologias utilizadas pela Basf permitem que a casa seja eficiente em termos de energia tanto em países frios, quanto quentes.

 

Depois de inaugurada, a Casa-E será aberta à visitação pública. A ideia é manter a casa “viva” com programas organizados pela área de sustentabilidade da companhia alemã.





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