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No dia 22 de setembro foi assinado o acordo entre o Sindicato dos
Profissionais da Química do Estado de São Paulo, a FIESP e 32 sindicatos patronais. Estes sindicatos patronais
representam um grande número de empresas onde estão empregados milhares de profissionais da nossa categoria.Após longas e desgastantes
negociações, conseguimos alguns pequenos avanços que, no entanto, nestes tempos difíceis, representam vantagens
importantes para a categoria.
Para os profissionais de nível médio (técnicos) o piso salarial foi reajustado para R$ 756,00, representando um
reajuste de 8%, portanto acima do INPC. Vamos ter que batalhar muito para
melhorá-lo e fazer este piso valer para todas as empresas do Estado de São Paulo.
NENHUM TÉCNICO QUÍMICO
PODE GANHAR MENOS
DO QUE ESTE PISO!
Os profissionais de nível superior
gozam da proteção da Lei 4.950 – A/66 que garante um mínimo de seis salários mínimos para seis horas diárias de
trabalho e 36 horas semanais e 50% de aumento para cada hora a mais
trabalhada. Portanto o piso para todos os profissionais de nível superior é de R$ 1,8 mil para seis horas diárias de trabalho e R$ 2,4 mil para oito horas de
trabalho.
NÃO ACEITE RECEBER SALÁRIO MENOR DO QUE ESTE PISO!
QUANDO O SALÁRIO MÍNIMO É
REAJUSTADO O PISO É
ELEVADO AUTOMATICAMENTE
Foi mantido o direito dos profissionais se ausentarem da empresa até 7 (sete) dias por ano para freqüentar
cursos de atualização ou qualificação profissional sem desconto do salário.
Esta convenção vigora de 01/07/2005 até 30/06/2006.
FIQUE DE OLHO NOS PAGAMENTOS ATRASADOS
QUE DEVERÃO SER QUITADOS
ATÉ 31/10/2005
SE VOCÊ ESTÁ RECEBENDO SALÁRIO MENOR DO QUE ESTES MENCIONADOS ENTRE EM CONTATO CONOSCO. TEMOS QUE NOS UNIR PARA MELHORAR NOSSAS CONDIÇÕES DE TRABALHO
ATENÇÃO! A íntegra do acordo e a relação dos sindicatos patronais que o assinaram estão no site do Sinquisp, em
www.sinquisp.org.br.
Se a empresa onde você trabalha não pertence a nenhum daqueles sindicatos, fique alerta. Em breve será marcada a Mesa
Redonda na Delegacia Regional do Trabalho (DRT) quando mais sindicatos
patronais poderão aderir ao acordo. Depois disso só na Justiça do Trabalho. Mas nós vamos insistir com todos eles.
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